Trombone.

Tuba.

     Naipe dos Metais

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Trompete.

O mais agudo entre os metais, o trompete se originou, provavelmente, no Egito Antigo, no II milênio antes de Cristo, tendo adquirido importância como instrumento musical a partir do século XVII, ao ser introduzido na orquestra. Sua forma atual data da primeira metade do século XIX, quando os fabricantes alemães Blühmel e Stölzel criaram o sistema de 3 pistões, que tornou o instrumento mais versátil, aumentando seu registro e tornando sua execução menos difícil. Pode ser afinado em ré ou, mais comumente, em si bemol ou dó. Consiste num tubo cilíndrico recurvado sobre si mesmo, em cujas extremidades ficam o pavilhão e o bocal. A qualidade do som pode ser modificada com a surdina, peça de madeira introduzida no pavilhão. Alcança 2 oitavas e meia, começando do fá abaixo do dó médio. Tem sonoridade brilhante e penetrante. É muito usado pelos compositores em uníssono com as cordas e as madeiras da orquestra, como também em solos.

Trombone

Surgiu provavelmente na França quinhentista, a partir de modificações introduzidas no trompete. Sua principal característica são as varas corrediças, cuja função é controlar a emissão e a altura do som.

O corpo principal; do instrumento, extremamente simples, é formado por dois tubos paralelos, presos um ao outro. Numa extremidade está o bocal e na outra o pavilhão. Atualmente, é construído em 3 tamanhos: tenor, contralto e baixo. O primeiro é o mais utilizado em orquestras sinfônicas e é afinado em si bemol, soando uma oitava abaixo do trompete. No registro baixo, também pode ser afinado em Sol.

Indispensável à orquestra, na qual foi introduzido por Beethoven, foi tratado como solista por muitos outros compositores também.

No século XIX, um outro tipo de trombone, denominado de êmbolos, com 3 válvulas, era muito empregado nas orquestras, mas acabou perdendo seu lugar para o trombone de vara.

Tuba

O mais grave entre os metais, a tuba surgiu por volta de 1835, em Berlim, inventada por Wilhelm Wieprecht e construída por Johann G. Moritz. No entanto, o modelo mais comumente empregado na orquestra foi desenvolvido, por volta de 1845, pelo belga Adolphe Sax.
Consiste num tubo cilíndrico, recurvado sobre si mesmo, e que termina num pavilhão em forma de sino. O som é controlado por válvulas ou pistões, cujo número varia de 3 a 5. De timbre suave e surpreendentemente ágil, apesar de seu grande porte, a tuba foi introduzida na orquestra por volta de 1850. É afinada em fá e alcança 3 oitavas (fá1 a fá3). Indispensável na orquestra sinfônica, foi por vezes utilizada em solos orquestrais. É muito usada também nas bandas militares.

A “tuba wagneriana”, idealizada por Wagner para a sua tetralogia O anel dos Nibelungos, possui estrutura semelhante à da trompa ( bocal e pavil!ão recurvado). É afinada em si bemol e em fá e sua extensão vai do mi bemol1 ao ré4. Além de Wagner, Bruckner, R. Staruss e Stravinsky utilizaram-na em algumas de suas obras.

Trompa.

A trompa é um dos instrumentos mais populares no mundo todo, muito apreciada em bandas militares e orquestras. A trompa também é um instrumento muito comum em orquestras sinfônicas, bandas militares ou em grupos que utilizem arranjos de instrumentos de metais. É um instrumento considerado difícil em relação ao aprendizado O primeiro passo é a familiarização com instrumento: saber e entender sua funcionalidade e técnica. Nesse post você vai ver como aprender trompa.

1.Busque um bocal ideal. Esse o primeiro passo. É por ele que o som saíra. Existem no mercado diversos modelos de diferentes perfis, características e preços. Opte inicialmente por bocais macios, de bronze ou laqueados que são os mais indicados para quem está aprendendo a tocar tuba. Também é mais prático que você treine a técnica da embocadura e do “zumbido” apenas com o bucal. Por exemplo, você perceberá que o bocal é uma parte desmontável do instrumento: retire o bocal e treine o zumbido nele. É também uma boa dica caso você tenha que viajar e não possa levar o instrumento com você. Se possível, teste bocais diferentes, alterando os movimentos e o posicionamento dos lábios, assim você terá mais discernimento sobre os diferentes tipos de sonoridades possíveis. Escolha um bocal que é confortável e se adapta ao seu tamanho. Porta-vozes vêm em formas diferentes para atender a uma variedade de bocas.

2. Obtenha o oléo lubrificante. Passe o óleo lubrificante nas válvulas da trompa, não exagere, aplique o produto em um pistão por vez apenas para lubrificar e deixar macio os pistões, não exagere na aplicação do óleo: a aplicação em demasia pode influenciar no desenvolvimento técnico de aprendizado. O óleo lubrificante pode ser facilmente adquirido em uma loja de instrumentos musicais, nunca utilize óleo lubrificante industrial, pois isso é prejudicial para o instrumento.

3. Pratique embocadura. O passo mais complicado em qualquer instrumento da família dos metais é a técnica da embocadura. A maioria dos músicos que estão iniciando seu aprendizado no instrumento levam geralmente alguns meses para começarem a dominar a prática. A embocadura consiste na maneira correta do posicionamento dos lábios no bocal do instrumento. Busque fazer um zumbido constante.  Sopre o ar para fora, fazendo com que os lábios para vibrem. Não desanime nas primeiras tentativas, é natural que você em um primeiro momento não consiga realizar um som satisfatório. Quanto mais prática, mais resultado.

4. Busque uma postura correta.  Sente-se ereto, com o queixo para cima e posicione-se na borda de uma cadeira para promover o fluxo de ar ideal.Pegue a tuba e coloque os dedos de sua mão tocando as válvulas. Respire fundo e exprima os lábios no bocal para mandar o ar de seus pulmões  para o tubo de metal. O som produzido é chamado de “nota aberta.” Pratique exercícios de respiração profunda para o ar necessário para tocar trompa sucesso. Sente-se ereto com o queixo levantado e respirar com o diafragma.