Estudos 6- Intervalos          Arpejos e Acordes

     Intervalos - Arpejos-Acordes

LEITURA: Aprendizagem musical 

Quando o espírito atua em plena harmonia com a alma, a vida não só adquire beleza, mas toda ela é também uma demonstração cabal dos efeitos transformadores do conhecimento transcendente, que, firmado na consciência, gera crescente atividade, em defesa sempre dos princípios de bem emanados de sua essência. 

 

A aprendizagem musical acontece através de um engajamento multifacetado: solfejando, praticando, escutando os outros, apresentando-se, integrando ensaios e apresentações em público com um  programa que também integre a improvisação.

PERCEPÇÃO: Como podem ser os intervalos

Os intervalos podem ser melódicos e harmônicos, consonantes e dissonantes. 

Melodico: Sons sucessivos

(Segunda, terça, Quarta e Quinta justas, Sexta, Setima e Oitava)

Harmonicos: Sons simultaneos

São acordes (Bicorde, Triada, Tetrade, Pentade)

Harmonia é algo que se conquista

Os acordes funcionam como cores.

Inversões: Fundamental- 1ª inversão- 2ª inversão.

Campo harmonico maior:

(Maior, menor, menor, Maior, Maior, menor, diminuta-Maior)

ANALISE MUSICAL:  Emoção musical:  

Emoção: mover-se para fora

Os intervalos converteram-se em meras pedras de construção 

As melodias com intervalos "dissonantes" são, contudo, os verdadeiros veículos do caráter documental da expressão.                     

 

 

Quando pegamos uma corda sonora e dividmos no meio, estamos fazendo um som uma oitava acima/Se dividirmos novamente no meio, fica uma quinta, depois novamente no meio fica uma quarta, uma terça, terça, terça, segunda, segunda e acabamos desenvolvendo a escala musical. 

O mesmo procedimento acontece com os tubos sonoros, co os pistos e percussão. (Som grave/médio e agudo).

APRECIAÇÃO MUSICAL: Significados dos Intervalos 

Quando dois astros estão:  180 graus um do outro =  "oitava” – 120 graus= intervalo de quinta.  90 graus= ao intervalo de quarta 60 graus= ao intervalo de terça. São a base de todo o sistema de afinação de instrumentos musicais. Pitágoras: Comparava a consonância a própria trindade:  o uníssono é o Pai,  a oitava é o Filho,  e o intervalo de quinta é o Espírito Santo.  

 A harmonia tem suas raízes nos cantos dos monges medievais, onde procuravam cantar mais alto ou mais baixo ao mesmo tempo e no Séc. XI procuravam movimentar em sentido contrária parte mais baixa e ornamentar a superior. No Séc. XIII, as vozes saiam de sincronia de forma independente por longas extensões de tempo, surgindo assim à polifonia, ou seja, várias linhas melódicas ao mesmo tempo, onde a igreja atacou a polifonia dizendo que deixava inteligível a melodia e a incitava o emocional e prazer das orações cantadas, surgindo assim o Organum (canto cristão), que cantavam em oitavas paralelas, depois em terças, quintas e posteriormente com acordes. No renascimento (1500) desenvolveu a harmonia

EXECUÇÃO MUSICAL:Solfejos

Bona- Pozzolli- Repertorios-  

 

Arpejos= Cantar ou tocar sucessivamente os intervalos :

Fundamental + 3ª + 5ª + 7ª

Acorde= Cantar ou tocar simultaneamente os intervalos :

Fundamental + 3ª + 5ª + 7ª 

 

Repertórios:

Educação Musical Mendelssohn

Metodologia Essenfelder

PERFORMANCE MUSICAL: Harmonia

 

Repouso Definitivo                                                                               Repouso Momentaneo

Conclusiva- Usada como ponto final                                                      Suspensiva- Usada como  (:) (?) (,) 

Perfeita V-I  /     V7-I   /    IV-V7-I                                                            Imperfeita (quando a cadência perfeita esta invertida). V(1ª inv)-I(1ª inv)

 

Plagal (mais branda) IV-1   IIm-I     IV-I (1ª inv.)    IV (1ª Inv)-I               Meia Cadência (usado no descanso) IIm-V  VIm-V      I-V 

 

Picardia (quando alteramos a 3ª da perfeita) I-VI-IV-I    /IIV-II-V-I          Deceptiva (pode ser diatônica)V-IIm/V-IIIm /V-IV/IV-V-V7I

 

Napolitana I-II (1ª inv)-V-I/      I-II (1ª inv)-V7-I                                        Evitada I-V-V7 (1ª inv)/  I-V-VI/ I-IV-Ib-V-II7b 

 

Perfeita mista I-IV-II-V-I/   I-II (1ª inv) V-i                                                 Quebrada I-V-VI 

 

Dupla I-V-I (2ª inv)-V-I                                                                             Falsa Cadência I-VII7-I/ I-II-I 

 

Clássica I-IV-V-I/  I-V-IV-I 

 

Romântica I-IV-II-V-I 

 

Beethoviana I-V-V7-I 

 

Moderna I-II-VII-